
Em 2000, a MITC deu início ao processo de captação de fundos para o financiamento de um novo projecto de investimento, nomeadamente a construção da primeira central angolana de engarrafamento de águas. No mesmo ano, a MITC iniciou as negociações com o Ministério da Indústria, tendo as obras de construção sido iniciadas um ano mais tarde, em 2001, na área do Bom Jesus, a cerca de 35km a Sul da cidade capital, Luanda.
A Águas do BomJesus é uma das marcas mais conhecidas de Angola, com vendas anuais de US$12m, abastecendo água engarrafada a quase um terço do mercado local. A MITC continua a ser a principal accionista, detendo 25% do capital social.
A Águas do BomJesus é produzida usando as técnicas mais modernas de tratamento e purificação de águas. Um controlo rigoroso da qualidade significa que cada litro de Águas do BomJesus cumpre todos os requisitos internacionais de pureza. A empresa tem capacidade para tratar 30.000 litros de água por hora, engarrafando uma média de 96.000 litros/dia, em garrafas de 1,5l, 7.000 litros/dia, em garrafas de 0,33cl e 16.000 litros/dia, em garrafas de 5l. Águas do BomJesus contam ainda com uma eficiente rede de distribuição que garante o transporte das garrafas para as inúmeras lojas retalhistas de Luanda.
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Joffre Van-Dúnem Jr. Membro do Conselho de Administração
T: +244 222 372 029/36 | F: +244 222 332 340
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Na década de 70, Angola, a par com a África do Sul, representava o centro de actividade industrial do continente africano. A actual conjuntura política e a estabilidade económica - aliadas à reconstrução de infra-estruturas vitais, os esforços governamentais em diversificar a economia e a entrada de capitais para o investimento estrangeiro - têm contribuído para uma renovada confiança de que Angola conseguirá reconquistar a sua outrora liderança industrial. O crescimento robusto dos anos recentes tem ajudado Angola a desenvolver o seu sector privado. Não obstante este crescimento se dever fundamentalmente às exportações de petróleo, esta situação tem contribuído para uma maior expansão fiscal, impulsionando os outros sectores da economia. O crescimento do sector não petrolífero já ultrapassou o crescimento do sector petrolífero.
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